Mamãe se rendeu às minhas provocações e virou minha puta particular
Anônimo
Eu tinha 20 anos, morava só com ela depois que meu pai saiu de casa. Mamãe, 41 anos, ainda gostosa pra caralho: corpo cheio, peitos pesados, bunda redonda que marcava em qualquer roupa. Comecei a provocar devagar: andava de cueca pela casa, deixava a porta do banheiro aberta tomando banho, roçava nela na cozinha "sem querer". Ela ficava vermelha, mas não falava nada, só mordia o lábio e desviava o olhar.
Uma noite, ela tava na sala de camisola curta assistindo TV. Eu sentei do lado, bem perto, pau já meia bomba marcando na bermuda. Coloquei a mão na coxa dela, subi devagar. Ela tremia, mas não tirou. "Filho… isso é errado", sussurrou fraco. Respondi: "Você tá molhada, mãe. Eu sinto o cheiro". Ela fechou os olhos, abriu as pernas um pouco. Enfiei a mão por baixo da camisola, sem calcinha, buceta quente e encharcada. Dedeei devagar, ela gemeu baixo, segurando meu braço.
Levantei a camisola, chupei os peitos dela, mordendo os bicos duros. Ela puxou minha cabeça: "chupa mais forte… mamãe tá precisando". Tirei a bermuda, rola dura pulando. Ela pegou, masturbou devagar olhando fixo: "tão grossa… maior que a do teu pai". Ajoelhou no tapete, chupou gulosa, engolindo tudo, babando nos peitos, olhando pra cima com cara de vadia.
Deitei ela no sofá, abri as pernas, meti devagar na buceta apertada. "Isso… fode tua mãe, filho… mete tudo". Socava forte, cama rangendo, ela gritando: "mais fundo, caralho… arromba a buceta da mamãe!". Virei de quatro, bati na bunda, puxei o cabelo: "tua buceta é minha agora, mãe". Ela gozou tremendo, apertando minha rola, suco escorrendo.
Tirei e meti no cu dela devagar. Ela gemeu alto: "vai devagar… nunca deixei teu pai fazer isso". Acelerei, socando fundo, ela pedia mais. Gozei enchendo o cu de porra quente, pulsando dentro. Ficamos suados, ela beijando minha boca: "agora toda noite você vem pro meu quarto… mamãe se rendeu, filho. Quero tua rola todo dia".
Desde então, dormimos juntos. Ela acorda chupando, toma banho comigo, cozinha de avental sem nada por baixo. Quando tem visita, disfarça, mas debaixo da mesa roça o pé no meu pau. Virou minha puta obediente, pede pra gozar dentro, no cu, na boca, na cara. Diz que nunca sentiu tanto tesão. Eu sou o macho da casa agora.